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Viver a sexualidade como caminho espiritual

jorge 13 de janeiro de 2015 0

CV-2015_7dia_jorge_39a1Com alegria e entusiasmo os cursistas da rede azul acolheram todos os participantes do 7º dia do Curso de Verão 2015 (12-01) que é realizado pelo Centro Ecumênico de Serviço à Evangelização e Educação Popular (CESEEP) de 06 a 14 de janeiro no TUCA- Teatro da PUC-SP, com o tema: “Juventude e Relações Afetivas”.

O Curso de Verão é um evento ecumênico e, para mostrar esse desejo de comunhão com todas as confissões religiosas, o momento cotidiano de espiritualidade aconteceu em torno de uma mesa de amor e compromisso, onde participantes puderam falar sobre suas confissões religiosas rumo a uma sociedade livre, justa, fraterna e solidária. Entre as religiões dos participantes temos o catolicismo, espiritismo, protestantes tradicionais (Luterana e Anglicana), protestantes neopentecostais (Evangelho Quadrangular e Assembléia de Deus), além das religiões de raízes africanas (Candomblé), demonstrando a diversidade religiosa e a possibilidade de convivência harmônica.

O evento também contou com a assessoria do monge beneditino, biblista, teólogo e escritor, Marcelo Barros, com a palestra: “Viver a sexualidade como caminho espiritual”.

Para o monge, existem várias maneiras de acreditar na vida depois da morte. Destacou a importância da leitura viva da Bíblia, apontando que vivemos a ressurreição nessa nossa única vida, que se perpetua a partir da vivência do Evangelho. Por isso, a ressurreição pede a redenção e a libertação a partir do nosso corpo físico.

O teólogo relata que a sexualidade não é tratada de forma direta no Novo Testamento, mas revela as questões da sexualidade a partir dos costumes das pessoas e das práticas nas comunidades com forte influência da cultura judaica e da cultura greco-romana. Por isso, o conflito entre as culturas atinge as práticas sociais e religiosas em certos aspectos. Para se converter ao cristianismo, o corpo fica comprometido com o sagrado, ampliando o compromisso com Deus para além da organicidade.

A própria prática cristã contida no Evangelho aponta para o dever de “amar uns aos outros”, pois “o amor não tem divisão, ele é único, sem separação. Não existe amor de mãe, amor de marido, entre outros. O amor é o mesmo, vindo de uma fonte só, que é Deus”, comenta Marcelo Barros. Segundo ele, as expressões do amor se diversificam cultural e biologicamente, mas mantém a dimensão material e sagrada.

Equipe de Comunicação do Curso de Verão

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