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“Integrar a sexualidade no projeto de vida”

jorge 13 de janeiro de 2015 0

CV-2015_6dia_jorge_40aEsse foi o tema abordado pelo monge beneditino, biblista e escritor, Marcelo Barros, na manhã do 6º dia do Curso de Verão 2015 – “Juventude e relações afetivas”, promovido pelo Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEEP), na PUC-SP.

Falando para mais de 450 cursista, o monge afirmou que “precisamos evitar tratar a sexualidade como algo descartável, banal, ridicularizado. A sexualidade é muito séria, ela é sagrada.

Falar de sexualidade não é um assunto tranquilo para muitas pessoas. Alguns a veem como fonte de alegria, paz e realização humana. Mas para outras pessoas, a sexualidade está ligada a sentimentos de insatisfação e preocupação. Daí a necessidade de se integrar a sexualidade ao projeto de vida pensando na plenitude do ser humano.

Por isso é preciso considerar a sexualidade no projeto de vida, superando todas as formas de tabu, que impedem a pessoa de viver e relacionar-se consigo e com o outro.

São três as etapas para integrar a sexualidade ao projeto vida: a) “egóica”, na qual o objetivo e a energia é voltada para o próprio eu; b) “etnóica” ou etnocêntrica, fase da vida em que a pessoa se volta para o grupo, para o nós; c) cósmica, onde a pessoa se volta para o universal.

Marcelo apresenta que na Bíblia, “o livro no qual a sexualidade é vista de forma mais positiva é o Cântico dos Cânticos. É uma coleção de poemas de amor erótico entre uma mulher e um homem que foi incorporada na Bíblia como fundamental para se compreender a revelação divina”. Nesse livro, “não há muros de contenção para o desejo amoroso. O corpo aparece como expressão do desejo, e o amor é como uma tatuagem, um carimbo ou selo incancelável – forte como a morte”.

Algo que chama a atenção nos Cânticos é o protagonismo da mulher. “É a mulher quem fala em primeiro lugar e quem, de certa forma, desenvolve a história”. Para a tradição cristã estabeleceu-se uma interpretação alegórica na qual a esposa do Cântico é o povo de Israel ou a Igreja, enquanto que o amado é Deus. Assim, refletiu a relação afetiva humana na relação afetiva divina.

Equipe de Comunicação do Curso de Verão

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